JOSÉ WILKER

Trabalhos recentes:

Em teatro: "Algemas do Ódio"e "A Maracutaia"

Em Cinema: "Guerra de Canudos",

Em TV: "A Próxima Vítima", "Fera Ferida",

"O Fim do Mundo"e "Suave Veneno"

Como Diretor:

Em TV: "Sai de Baixo"

Em Teatro: "Sábado, Domingo e Segunda",

"Perversidade sexual em Chicago"

"A Morte e A Donzela", "Mephisto"

e "Querida Mamãe".

 

Dentre os principais prêmios, recebeu três vezes

o Prêmio Molière de Melhor Ator

José Wilker participou de vários filmes de sucesso internacional (Dona Flor e Seus Dois Maridos, Bye Bye Brasil, Xica da Silva), dirigiu e atuou em novelas de TV (Gabriela, Roque Santeiro, Corpo Santo, Fera Ferida) e mini-séries (Bandidos da Falange, Anos Rebeldes, Agosto). Nos Estados Unidos teve participação especial no filme Medicine Man, ao lado de Sean Connery.

No palco interpretou clássicos como Sófocles (Antígona), Shakespeare ( A Megera Domada) ou contemporâneos como Arrabal. ( O Arquiteto e o Imperador Da Assíria), Brecht (Ópera dos três Vinténs, O Senhor Puntilla e Seu Criado Matti), Pirandello (Assim É, Se Lhe Parece), Oswald de Andrade ( O Rei da Vela), numa carreira iniciada na década de sessenta e que lhe valeu inúmeros prêmios, tendo recebido três vezes o Molière de Melhor Ator.

Wilker também dirigiu peças teatrais de autores os mais diversos como Sábado, Domingo e Segunda, de Eduardo de Filippo (prêmios Molière e Inacem de Melhor Diretor), Perversidade sexual em Chicago, de David Mamet, Odeio Hamlet, de Paul Rudnik, A Morte e a Donzela, de Ariel Dorfman, Mephisto, de Klaus Mann e Querida Mamãe de Maria Adelaide Amaral.