Marcos Flaksman

é diretor de arte, arquiteto e cenógrafo para cinema, teatro, ópera e televisão, premiado 3 vezes com o "Prêmio Molière", com o "Prêmio Mambembe", "Prêmio Governador do Estado", "Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte", entre outros. Realizou aproximadamente 70 espetáculos de teatro com cenógrafo e diretor (entre eles: "Rasga Coração", "Equus", "A Serpente", "Coriolano", Seria Cômico Se Não Fosse Sério", A Vida Impressa Em Dólar, etc.), 12 óperas (entre elas: "Carmem", "II Campanello", "Um Homem So", "Cosi Fan Tutte", etc), programas de televisão (entre eles: "Viva o Gordo", "Grandes Nomes", "Os trapalhões", "O Dia D", etc) e cinema ( "Blame it on Rio", de Stanley Donnen, "The Emerald Forest", de John Boonnan, "Moon Over Parador", de Paul Mazursky, "Os Sete Gatinhos", de Neville d’ Almeida, "Barrela", de Marco Antonio Cury, "The Streets os Gold", de Joe Roth, "O que é isso Companheiro?", de Bruno Barreto, "Villa Lobos, uma vida de Paixão", de Zelito Vianna, e o inédito "Xangô de Baker Street", de Miguel Faria, entre outros.